Minha foto, tirada pelo lado esquerdo do rosto. Estou de óculos e esboçando um sorriso de lábios cerrados.

O

William Gonçalves, carioca, natural da Zona Norte (Alô, Andaraí!), mas andarilho da Oeste e da Baixada, há mais de 15 anos. Flamenguista roxo, na alegria e na sofrência. Pai de um príncipe de 3 anos que me enche de orgulho e me mostra como A Vida é Bela e digna de um Oscar, como Roberto Benigni.

Canhoto nascido na Primavera de 1988, que desde cedo fez jus a fama dos 'left-handed', com ótima noção espacial, criatividade e tendência as atividades artísticas. Os astros, na hora registrada em certidão, garantiram intensidade, determinação, inconformismo, espontaneidade, livre-pensamento, grande imaginação e sensibilidade. Mas esse papo a gente deixa pra quem curte.

Designer "autodidata" (entre aspas, porque desde o advento da internet, ninguém aprende nada sozinho...hahaha) há tanto tempo que já nem sei o quanto, mas oficialmente atuante desde 2016, quando comecei a levar o tal talento mais a sério. Trabalhei com muitos clientes em vários projetos bacanas, incluindo o primeiro mapa do transporte metropolitano do Rio para o app da Moovit, trampo que rendeu uma matéria no Jornal O Dia, na época.

Desenvolvedor em Formação, apaixonado por Front-End, com estudos focados no desenvolvimento web, desde HTML, CSS e JavaScript, até React e Vue.js, além de conceitos de Design, UI, UX e usabilidade.

Voltei para o universo da programação em meio a pandemia, depois de 10 anos de uma graduação (Sistemas de Informação) trancada no último período. Atuante em outro segmento (Energia Segura), entendia que não fazia sentido finalizar o curso e decidi continuar focado no meu trabalho. Uma década depois, mais maduro e com um propósito redirecionado, ressignifiquei minha paixão pelos códigos e descobri nisso a minha real vocação.

Sabe o cara que você busca pra pensar o não óbvio em seus projetos e chegar a um resultado de encher os olhos? Esse cara sou eu! (São tantas emoções, bicho!)

Ícone do logo do Mago em cor branca com fundo vermelho.

De onde o Mago surgiu?

O Mago nasceu de uma brincadeira durante o Mega Hack 3.0 da Shawee, do qual participei, no desafio da Árvore Educação. Meu parceiro de equipe e amigo nessa jornada Dev, Thiago Pederzolli, me deu o apelido 'Mago do CSS', em função das minhas habilidades com estilização.

Aproveitando a alcunha, comecei a compartilhar conteúdo no Instagram, no LinkedIn e no YouTube, através do meu canal, falando sobre propriedades e recursos do CSS. Mas ao perceber que poderia explorar outros temas, reduzi o nome a 'Mago', para que outros assuntos possam ser abordados em publicações futuras.

A ideia é usar essa marca pessoal para replicar conhecimento e compartilhar o aprendizado com outros desevolvedores que, assim como eu, têm trilhado essa estrada do desenvolvimento Web.

Ícone de fechamento de tag HTML, com os logos do Nuxt.js, do Vue.js e do Sass, abaixo.

Sobre esse portif*da

Essa página linda de bonita foi feita com Nuxt.js, um framework baseado em Vue.js, que permite desenvolver aplicações Front-End com o pé nas costas (até porque, você coda com as mãos).

O design e os estilos são de minha autoria (chefe é chefe, pai) e foram feitos com Sass em sintaxe SCSS, utilizando a metodologia BEM.

Todas as artes e animações também são autorais, com exceção dos ícones das stacks e das ferramentas, no portfólio, que foram pegos no DEVICON ou na Wikipédia e dos ícones das redes sociais, que foram retirados de seus respectivos sites.

E sim: ele roda na minha máquina.

Notas de compatibilidade:

Por utilizar recursos modernos de CSS, essa página terá o comportamento esperado se for usada nos seguintes navegadores, nas versões citadas:

Chrome 84+ (PC/Móvel)
Firefox 79+ (PC)
Edge 84+ (PC)
Opera 70+ (PC)

O Safari para desktop, mesmo nas versões mais recentes, pode apresentar problemas de espaçamento, por não suportar a propriedade 'gap' em layouts flex. O Internet Explorer não exibirá a página corretamente, por não suportar os recursos do CSS Flexbox.

Nos dispositivos móveis, Firefox 63+ cairá num fallback e poderá apresentar textos maiores que o esperado, dependendo do tamanho de tela, por não suportar a função 'clamp()', utilizada para ajustar o 'font-size', conforme mudança de tela.

O Safari Móvel apresentará problemas de espaçamento, assim como a versão desktop. O mesmo acontece com Samsung Internet e Opera Móvel. Esse último, além da incompatibilidade do 'gap' em layout flex, também apresenta incompatibilidade com a função 'clamp()', assim como o Firefox 63+.

Navegadores alternativos com engines baseadas nas das versões suportadas podem funcionar devidamente, mas não foram feitos testes abertos. Versões anteriores as citadas podem não ter compatibilidade (total ou parcial), com os recursos do site.